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TERTÚLIA 2- «PASSAGEM DAS HORAS» 31.MAIO .10

por Casa Álvaro de Campos, em 02.06.10

 

Decorreu seg, 31 de Maio .10 a segunda (de três) tertúlia da primeira série dedicada à politica local, com a organização da Casa Álvaro de Campos-Tavira. Em breve serão anunciados os temas, as datas e convidados da segunda série de tertúlias.

 

 

Desta vez, foram convidados especiais, Rodrigo Aires pela CDU e João Carvalho pelo CDS-PP.Estiveram presentes cerca de 40 pessoas, que conversaram animadamente sobre questões de interesse para a cidade e concelho de Tavira.

 

O moderador do debate de ideias, Vitor Cardeira da CAC-t lamentou o facto de o prato servido- uma feijoada –  ter sido pensado há já algum tempo como despedida do inverno, mas que acabou por sair nesta quente noite de primavera qual pleno verão.

 

 

Depois deu a palavra ao presidente da associação – Carlos Lopes, que referiu algumas das possíveis futuras iniciativas da CAC, dizendo também que devido a atraso na resposta da C.M.Tavira, quanto ao apoio a prestar à associação estava já inviabilizada uma iniciativa de ‘poesia de rua’ prevista para o final de junho. Quanto ao festival de comemoração dos 130 anos do nascimento de Álvaro de Campos, este deverá no entanto realizar-se mas não se sabendo se terá o apoio da edilidade.O presidente da C.M.T. que mais tarde se juntaria à tertúlia começou por reafirmar o apoio do municipio à CAC, bem como a cedência de uma sede para a associação.

Rodrigo Aires e João Carvalho refereriram aquelas que na sua opinião são as potencialidades do concelho a desenvolver: comércio, turismo e cultura; ambiente e facilitação da iniciativa privada, respectivamente. Ambos concordaram que o projecto da Casa Álvaro de Campos, é um bom indicador em termos culturais para a cidade. A troca de perguntas e respostas decorreu então animada, com a participação de vários tertúlianos.

Falou-se também da zona histórica da cidade, mencionando-se o seu ex-libris Largo de D.Ana(referido como doParguinho) como centro de partida para a reabilitação do casco histórico, que poderia albergar ateliers e lojas de artistas e diferentes projectos culturais.

 

 

Mário Rosário chamou a atenção para a necessiddade de uma oposição activa na C.M.T, que terá faltado nos últimos 12 anos e também para a necessidade de um plano para a cidade à sua escala, à sua medida.

 


Jorge Botelho referiu não ser indiferente às ideias e opiniões dos seus adversários de partido e dos restantes municípes estando aberto ao diálogo.

 

E o resto é (foi) conversa.

 


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publicado às 13:59



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