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JOSÉ SARAMAGO

por Casa Álvaro de Campos, em 19.06.10

O Ano da Morte de Ricardo Reis
José Saramago

 

O Ano da Morte de Ricardo Reis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

«Um tempo múltiplo. Labiríntico. As histórias das sociedades humanas. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de Dezembro de 1935. Fica até Setembro de 1936. Uma personagem vinda de uma outra ficção, a da heteronímia de Fernando Pessoa. E um movimento inverso, logo a começar: "Aqui onde o mar se acaba e a terra principia"; o virar ao contrário o verso de Camões: "Onde a terra acaba e o mar começa". Em Camões, o movimento é da terra para o mar; no livro de Saramago temos Ricardo Reis a regressar a Portugal por mar. É substituído o movimento épico da partida. Mais uma vez, a história na escrita de Saramago. E as relações entre a vida e a morte. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de Dezembro e Fernando Pessoa morreu a 30 de Novembro. Ricardo Reis visita-o ao cemitério. Um tempo complexo. O fascismo consolida-se em Portugal.» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)

 

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publicado às 23:39

TERTÚLIA « A PASSAGEM DAS HORAS » - 28 JUNHO 2010

por Casa Álvaro de Campos, em 14.06.10

INSCRIÇÕES- e-mail alvarodecampos09@gmail

 

 

 

 

 

As Tertúlias ‘A Passagem das Horas’, organizadas pela Casa Álvaro de Campos-Tavira, terão continuação já no próximo dia 28 de Junho de 2010 (2ªfeira). Neste terceiro encontro, dos três previstos dedicados à política local, os convidados serão RUI HORTA pelO PSD e JOSÉ MANUEL DO CARMO pelo BLOCO DE ESQUERDA.

Terá lugar como habitualmente no Restaurante Mourão em Santa Luzia apartir das 19h30m.


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publicado às 08:39

POEMA

por Casa Álvaro de Campos, em 08.06.10

ÁLVARO DE CAMPOS
MAGNIFICAT

Quando é que passará esta noite interna, o universo,
E eu, a minha alma, terei o meu dia?
Quando é que despertarei de estar acordado?
Não sei. O sol brilha alto,
Impossível de fitar.
As estrelas pestanejam frio,
Impossíveis de contar.
O coração pulsa alheio,
Impossível de escutar.
Quando é que passará este drama sem teatro,
Ou este teatro sem drama,
E recolherei a casa?
Onde? Como? Quando?
Gato que me fitas com olhos de vida, 
                       que tens lá no fundo?
É esse! É esse!
Esse mandará como Josué parar o sol e eu acordarei;
E então será dia.
Sorri, dormindo, minha alma!
Sorri, minha alma: será dia!

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publicado às 09:12

TERTÚLIA 2- «PASSAGEM DAS HORAS» 31.MAIO .10

por Casa Álvaro de Campos, em 02.06.10

 

Decorreu seg, 31 de Maio .10 a segunda (de três) tertúlia da primeira série dedicada à politica local, com a organização da Casa Álvaro de Campos-Tavira. Em breve serão anunciados os temas, as datas e convidados da segunda série de tertúlias.

 

 

Desta vez, foram convidados especiais, Rodrigo Aires pela CDU e João Carvalho pelo CDS-PP.Estiveram presentes cerca de 40 pessoas, que conversaram animadamente sobre questões de interesse para a cidade e concelho de Tavira.

 

O moderador do debate de ideias, Vitor Cardeira da CAC-t lamentou o facto de o prato servido- uma feijoada –  ter sido pensado há já algum tempo como despedida do inverno, mas que acabou por sair nesta quente noite de primavera qual pleno verão.

 

 

Depois deu a palavra ao presidente da associação – Carlos Lopes, que referiu algumas das possíveis futuras iniciativas da CAC, dizendo também que devido a atraso na resposta da C.M.Tavira, quanto ao apoio a prestar à associação estava já inviabilizada uma iniciativa de ‘poesia de rua’ prevista para o final de junho. Quanto ao festival de comemoração dos 130 anos do nascimento de Álvaro de Campos, este deverá no entanto realizar-se mas não se sabendo se terá o apoio da edilidade.O presidente da C.M.T. que mais tarde se juntaria à tertúlia começou por reafirmar o apoio do municipio à CAC, bem como a cedência de uma sede para a associação.

Rodrigo Aires e João Carvalho refereriram aquelas que na sua opinião são as potencialidades do concelho a desenvolver: comércio, turismo e cultura; ambiente e facilitação da iniciativa privada, respectivamente. Ambos concordaram que o projecto da Casa Álvaro de Campos, é um bom indicador em termos culturais para a cidade. A troca de perguntas e respostas decorreu então animada, com a participação de vários tertúlianos.

Falou-se também da zona histórica da cidade, mencionando-se o seu ex-libris Largo de D.Ana(referido como doParguinho) como centro de partida para a reabilitação do casco histórico, que poderia albergar ateliers e lojas de artistas e diferentes projectos culturais.

 

 

Mário Rosário chamou a atenção para a necessiddade de uma oposição activa na C.M.T, que terá faltado nos últimos 12 anos e também para a necessidade de um plano para a cidade à sua escala, à sua medida.

 


Jorge Botelho referiu não ser indiferente às ideias e opiniões dos seus adversários de partido e dos restantes municípes estando aberto ao diálogo.

 

E o resto é (foi) conversa.

 


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publicado às 13:59


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